Muralhas da cidade de Cartagena

Colômbia – a segunda impressão 

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A Colômbia começou trágica, mas deu uma reviravolta linda! Depois que fugimos do hostel do terror, seguimos pro bairro da Candelária, em Bogotá, e nos instalamos numa hospedaria pequena e bem legalizanha, em estilo colonial.

Tudo começou a melhorar quando a porta se abriu com um sorrisão da hostes, uma colombiana super alegre, simpática e que tem bem a vibe boa do povo local -foi na Colômbia um dos lugares em que mais nos sentimos em casa!

A vista do bairro da Candelária, no nosso hostel.

A vista do bairro da Candelária, no nosso hostel.

A Candelaria nos pareceu o lugar bacana pra se hospedar em Bogota porque é onde fica o centrinho histórico, tem vários museus, casas coloridas e uma vida universitária bem intensa. Foi ali também que eu descobri o café Juan Valdez, minha paixão colombiana. Ele é um café tão incrível que mesmo a gente que está acostumado com bons cafés tem que admitir que dá um pau nos brasileiros.

Bom, depois de muito amor pelo café e de um almoço vegetariano bem legal, saímos em direção ao Museu do Ouro. Ainda não sendo muito fã de museus, achei que esse valeu bem a pena porque conta a história da Colômbia pré hispânica pelo ponto de vista da cultura do ouro e de como ele era trabalhado em cada região tribal. Tem umas peças incríveis (colares, enfeites, armamentos) e dá vontade de quebrar o vidro, pegar algumas e sair correndo! hahaha

Minuatura em ouro exibida no Museu do Ouro

Minuatura em ouro exibida no Museu do Ouro

Voltamos pro nosso hostel e, como estava sem wi-fi, saímos para pegar sinal em um bar e aproveitamos pra tomar umas cervejas ali pelo bairro mesmo. Surpreendeu a oferta de lugares descoladinhos, com música boa e boa comida! A mesma impressão seguiu no dia seguinte, enquanto andávamos em direção do Cerro Moserrat. Muita turminha de universitários curtindo o sol nas pracinhas, bares, empanadas…demais!

Descobertas no centro de Bogotá

Descobertas no centro de Bogotá

Partimos de Bogotá num ônibus noturno em direção a Medellin, onde pegaríamos nosso voo até Cartagena. Ali passamos só um dia, mas valeu ter ido pra conhecer a infra do lugar que já foi o maior cartel de drogas do país – casa do Pablo Escobar. Hoje é a cidade mais moderna da Colombia, tem uma parte bem rica, com bom transporte e bairros bem modernos e hipsters, tipo a Vila Madalena.

Sem saber muito pra onde ir, resolvemos conhecer o parque Arvi, uma reserva natural pertinho da cidade. Subimos lá por um metrô-cabo que percorre uma favela gigantesca e em 30 minutos chegamos num paraíso! O parque é gigantesco, cheio de natureza e rios, com uma daquelas paisagens que nem passava pela nossa cabeça encontrar perto da cidade grande.

No dia seguinte desembarcamos em Cartagena. A cidade lembrou um pouco Parati (RJ) e tem uma atmosfera fantástica! Tudo é perto e fácil de chegar e, por causa do calor, os moradores ficam todos papeando na porta das suas casas e convivendo na boa com a turistada. A gente ficou perto de uma pracinha bem charmosa e era uma delícia sentar lá durante a noite pra ver a vida passar.

"Nossa" pracinha em Cartagena

“Nossa” pracinha em Cartagena

Porto de Cartagena

Porto de Cartagena

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Como eu estava louca pra ver a praia – porque ainda não tínhamos ido desde o começo da viagem – fechamos com um local a ida pra Playa Blanca, há 1h de Cartagena. Pensa numa praia de mochileiros foda! De areia branca, agua transparente, sol com brisinha do mar e que não está rodeada de resorts…Playa Blanca é assim.

Playa Blanca

Playa Blanca

Nesse lugar incrível nós fechamos a nossa visita pela Colômbia! Foram 7 miseráveis dias – pouco, por certa falta de planejamento – mas que fizeram muito a diferença na viagem. A Colômbia se mostrou um país com oferta infinita de lugares pra conhecer, um povo alegre como brasileiro e muita vida por onde a gente passou. Mais um lugar recomendado!



About

28 anos, Relações Públicas e "mãe" da Mafalda. Cresceu no interior de SP, viveu 10 anos na capital. Aprendeu a dirigir, trabalhar e se virar. Mas continuou sem gostar de comer tomate com pele, ter as unhas compridas e de ficar sozinha.


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