Bratislava + Viena – Dicas

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Quem acompanha o blog deve ter visto que Bratislava foi uma parada bem frustrante da viagem, por isso resolvermos fazer um review casado, com algumas impressões também de Viena – que fica só ha 1 hora trem e salvou esses dias injuriosos.

Tempo no destino: 4 dias

Hospedagem: Freddie Next to Mercury (Bratislava)

Ele não estava entre as melhores classificações do Hostel World, mas achamos as opções na cidade bem carinhas. Resolvemos então desencanar um pouco do ranking pra tentar não gastar muito e fechamos um dormitório compartido. Foi broxante logo de cara… Assim que abrimos a porta do quarto sentimos um cheiro de burgão frito e vimos que havia uma mini cozinha do lado da cama (!!!). Do outro lado uma mina de calcinha, meias e moletom. E em nossas supostas camas, lençóis usados… Botão do pânico acionado em 3,2,1!! Depois da primeira noite mudamos de quarto e as coisas melhoraram um pouco, mas tivemos que pagar bem mais pra ter um pouco de sossego. Mas mesmo assim, achamos o hostel longe do centro histórico e com uma atmosfera bem estranha, não recomendaríamos.

Locomoção (Bratislava): Apesar de ficarmos mal localizados, a cidade não é muito grande e conseguimos fazer muita coisa a pé. Ônibus rolou só pra ir e voltar da rodoviária e metro não existe.

Locomoção (Viena): Pegamos um trem para Viena em Bratislava e foi bem tranquilo. A viagem não dura mais de uma hora e as passagens saíram por 13€ ida e volta. Como passamos menos de um dia na cidade, não tem como falar muito sobre o transporte porque só usamos o metro. No entanto, as linhas são super integradas, os vagões limpos e fáceis de andar – 2,25€ o bilhete

Comida (Bratislava): Aqui eu consegui aproveitar a cidade! Experimentos o Pirohy, um pastelzinho de batata cozida e recheado com queijo de leite de ovelha muito bom! Além disso, visitamos uma feira de Natal e deu pra ver que eles comem muito crepe (mas diferente do nosso porque  quase não tem recheio e a massa é de batata), sanduíche de cebola com queijo brie (inteiro) e tomam vinho quente parecido com o que temos nas festas juninas do Brasil.

Feirinha de Natal - cada queijo Brie desse vira um único sanduíche!

Feirinha de Natal – cada queijo Brie desse vira um sanduíche!

Comida (Viena): Não deu tempo de ver muito das comidas, mas percebemos que comer fora é bem caro, como tudo na Austria. Aliás, se você tem planos de ir pra lá, prepara o bolso!! Gastamos 6€ em dois expressos!!

Experiências (Bratislava): hum…acho que da pra dizer que o certinho histórico é a maior atração que encontramos, assim como o castelo que leva o nome da cidade, mas sem grandes surpresas. Apesar de não oferecer muito, a cidade ainda tem boas opções de cafés e restaurantes. Encontramos um chamado Refresh (onde comi o Pirohy) e foi um dos momentos mais interessantes.

Ti posando no castelo de Bratislava (coitado, eu é que fico enchendo o saco pra ele sair nas fotos...rs)

Ti posando no castelo de Bratislava (coitado, eu é que fico enchendo o saco pra ele sair nas fotos…rs)

Experiências (Viena): A cidade tem muita historia pra contar e um dia é pouco para explorar tudo. O dia que passamos estava muito frio, então fizemos mais coisas indoor, incluindo o Naturhistorisches Museum (Museu de Historia Natural), Catedral St. Stephen’s, Stephansplatz, Volksgarten, Parlamento e Rathausplatz.

Uma das praças centrais de Viena decoradas para o Natal.

Uma das praças centrais de Viena decoradas para o Natal.

Vale a dica: Achamos o Museu de Historia Natural de Viena incrível. Pode ser porque não conhecemos o de Londres, mas a visita valeu muito a pena. O prédio em si já é um desbunde de lindo, com lustres imensos no hall de entrada e uma escadaria de mármore construída há mais de 250 anos. Nos dois andares de exibição vimos ossadas de dinossauros e mamutes e uma coleção de meteoritos e pedras preciosas do mundo todo. Foram 10€ muito bem gastos.

 

Viena

Ossada de Dinossauros do acervo do Museu de Historia Natural de Viena.

Escadaria do Museu de Historia Natural de Viena.

Escadaria do Museu de Historia Natural de Viena.



About

28 anos, Relações Públicas e "mãe" da Mafalda. Cresceu no interior de SP, viveu 10 anos na capital. Aprendeu a dirigir, trabalhar e se virar. Mas continuou sem gostar de comer tomate com pele, ter as unhas compridas e de ficar sozinha.


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